Amado de Deus
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Amado de Deus
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Em 1912, o funeral de Quintino Bocaiuva atravessou Cascadura rumo ao cemitério de Jacarepaguá.
Quintino Bocaiúva nasceu Quintino Antônio Ferreira de Sousa na então vila de São Francisco Xavier de Itaguaí, em 4 de dezembro de 1836, filho de Quintino Ferreira de Sousa e de Maria de la Candelaria Moreno y Aragón. Seu pai era oriundo da freguesia do Santíssimo Sacramento de Salvador, Bahia, enquanto que sua mãe era argentina de Buenos Aires, onde viveu até os dez anos de idade, filha de espanhol e uruguaia.[1] Foi batizado, em 30 de janeiro de 1837, na Igreja do Santíssimo Sacramento, no Rio de Janeiro, pelo padre Manuel Gonçalves de Sousa.[2]
Em 1849, seu pai morreu, por isso, em 1850, mudou-se para a cidade de São Paulo, onde graças ao apoio financeiro de um tio, iniciou os estudos no curso de humanidades anexo à Faculdade de Direito. Dando início, também, a sua vida profissional como tipógrafo e revisor. Preparando-se para cursar Direito, foi forçado a abandonar os estudos por falta de recursos. Nesta fase, colaborou no jornal Acaiaba (1851), quando adotou o nome Bocaiuva (nome comum a duas espécies nativas de palmeira[3]), para afirmar o nativismo.[nota 2]
Defensor ardoroso das ideias republicanas, de volta à cidade do Rio de Janeiro trabalhou no jornal Diário do Rio de Janeiro (1854) e Correio Mercantil (1860-1864), vindo a ser o redator do Manifesto Republicano, que veio a público em 3 de dezembro de 1870, na primeira edição do A República, e em cujas páginas escreveu até o encerramento, em 1874, quando fundou o jornal O Globo (1874-1883). Em 1884 fundou O Paiz, que exerceu grande influência na campanha republicana.
Maçom, não há consenso sobre a loja onde ocorreu sua iniciação, sendo mais aceita a Loja Amizade, em São Paulo, no ano de 1861.[4] Era contrário às ideias positivistas. Polemista de discurso agressivo e lógico, no Congresso Republicano (São Paulo, maio de 1889), convenceu a maioria dos republicanos a promoverem uma transição de regime pacífica, esperando, preferencialmente, a morte de Dom Pedro II para a proclamação da república.[5]
A aproximação de personalidades civis (chamados de casacas) e militares descontentes com o regime monárquico (especificamente junto a Benjamin Constant Botelho de Magalhães e ao Marechal Deodoro da Fonseca), foi decisiva nos acontecimentos que levaram à deposição do Imperador e à Proclamação da República Brasileira (1889).
Foi o único civil a cavalgar, ao lado de Benjamin Constant e do Marechal Deodoro da Fonseca, com as tropas que se dirigiram ao quartel-general do Exército brasileiro, na manhã de 15 de novembro, quando da proclamação da República.
Com esta, participou do Governo Provisório, assumindo a pasta das Relações Exteriores. Nessa qualidade, negociou e assinou o Tratado de Montevidéu (25 de janeiro de 1890) visando solucionar a Questão de Palmas, entre o Brasil e a Argentina. Considerando que Quintino, ao visar a conclusão das negociações, extrapolou quanto à concessão territorial para a Argentina.
Desse modo, o Congresso Nacional do Brasil rejeitou os termos do Tratado (1891) e Bocaiuva deixou a pasta para continuar como Senador pelo Estado do Rio de Janeiro na Assembleia Nacional Constituinte. Permaneceu no cargo até à votação da Constituição (24 de fevereiro de 1891), renunciando ao mandato para retornar ao jornalismo, à frente de O Paiz. Pela atuação na imprensa, foi cognominado, pelos contemporâneos como o "príncipe dos jornalistas brasileiros".[6]
Em 1899 foi reeleito senador, sendo subsequentemente escolhido para o governo da província do Rio de Janeiro (1900-1903).[7] Foi ainda candidato a presidente na Eleição de 1902.[8] De 1901 a 1904, na Maçonaria, ocupou o Grão-Mestrado do Grande Oriente do Brasil, posto mais elevado na hierarquia da Ordem. Em 1909 retornou ao senado, tendo exercido o cargo de vice-presidente de 1909 a 1912. Nesta função apoiou a candidatura do Marechal Hermes da Fonseca à presidência da República (1910) e, neste mesmo ano, ocupou a presidência do Partido Republicano Conservador do caudilho gaúcho José Gomes Pinheiro Machado.
Quintino Bocaiuva faleceu no bairro do Rio de Janeiro onde morava, e que hoje, em homenagem, leva o nome: Quintino Bocaiuva.
Existe em sua cidade natal, Itaguaí, na região metropolitana do Rio de Janeiro, uma avenida que atravessa o centro da cidade, chamada Rua General Quintino Bocaiúva. Na cidade de Porto Velho, a Rua Quintino Bocaiuva que corta quatro bairros na capital de Rondônia. Na cidade de Belém, também existe uma extensa travessa com o seu nome. No centro da cidade de São Paulo, próximo à Praça da Sé, existe a Rua Quintino Bocaiúva. E em Rio Branco, AC, há uma rua no bairro do Bosque, a principal com o nome dele.
Quintino Bocaiuva deixou geração dos seus dois casamentos: do primeiro, a 1 de dezembro de 1860, na ermida da fazenda da Cachoeira, Alto de Sant’Ana, em Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, com Luísa Amélia de Almeida Costa, nascida em 1830, em Salvador (Bahia) e falecida em 1 de junho de 1885, no Rio de Janeiro, filha de Antônio Joaquim Rodrigues da Costa e de Francisca Joana de Almeida Torres (portanto, irmã da Baronesa do Desterro), foram sete filhos; e do segundo, em 1892, com Anna Bianca Rossi, nascida em 1861, em Turim (Itália), e falecida em 15 de fevereiro de 1920, em Pindamonhangaba, São Paulo, filha de Giulio Cesare Rossi e de Rosa Tatti, oito rebentos.[9]
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Tom Jobim nasceu nesta casa na Rua Conde de Bonfim 634 - Tijuca. Será que ainda permanece preservada?☠️ “Os ossos do Imperador”: o que a exumação de Dom Pedro I revelou
O ASSASSINATO DO PAI DE JÂNIO QUADROS NA MOOCA
Em 18 de maio de 1957, a Mooca foi palco de um crime que teve grande repercussão em São Paulo: o assassinato do deputado estadual Gabriel Quadros, pai do então governador paulista Jânio Quadros.Por fim, é preciso retomar a tarefa de fazer uma educação teológica de qualidade. O propósito deste livro é tornar conhecida a história dos começos da educação teológica no Nordeste do Brasil a fim de incentivar as novas gerações no caminho da busca de conhecimento através do exemplo e do testemunho de homens e mulheres, brasileiros e estrangeiros que por aqui passaram e não mediram esforços no propósito de anunciar o Evangelho e para isso criaram escolas de teologia no Rio de Janeiro e Recife a fim de preparar aqueles que se sentiam chamados para o desempenho da Missão. É preciso fazer com que aqueles que se sentem vocacionados para o ministério pastoral se preparem adequadamente para as demandas de um novo tempo.
Veja a localização dele abaixo: pg 116
[Pode-se dizer que a educação teológica e
não meramente a formação teológica é fundamental para a saúde da Igreja. Ela se
alimenta de teologia, pois, quando alguém abre a Bíblia e começa a
interpretá-la, está promovendo a educação teológica. Há um caráter hermenêutico
na interpretação bíblica. O que estamos fazendo depois de dois mil anos de
história da Igreja é tentar interpretar a Bíblia para nossos ouvintes e, para
que possamos fazer isso com propriedade, precisamos de ferramentas, seja a
ferramenta das línguas bíblicas, seja a ferramenta da teologia que tem um papel
de vanguarda ao buscar preservar a Igreja de heresias. A educação teológica
procura nos fazer fiéis ao “depositum fidei” – depósito da fé que nos foi legado
desde os tempos antigos.]
Por fim,
é preciso retomar a tarefa de [fazer]
promover uma educação teológica de qualidade. [O] Um dos
propósitos deste livro é tornar conhecida a
história dos começos da educação teológica no Nordeste do Brasil, a fim de incentivar as novas gerações, motivando-as no caminho da busca de conhecimento, [através do do] reconhecidos o
exemplo e testemunho de homens e mulheres, brasileiros e estrangeiros que por
aqui passaram e não mediram esforços no propósito de anunciar o Evangelho e, para isso, estabeleceram
como prioridade criar as escolas de teologia no Rio de Janeiro e Recife, [a fim]
no intuito de preparar com execelência aqueles que se sentiam chamados para o desempenho da
Missão. É preciso [fazer com que]
conscientizar aqueles que se sentem vocacionados
para o ministério pastoral a que se preparem
adequadamente para as demandas desse [um] novo tempo.
Em reunião da diretoria realizada em
1º de janeiro de 2018, o Diretor Pastor José Bonifácio destacou que no dia
dezesseis de dezembro de dois mil e dezessete, foi entregue ao Pastor Rinaldo Cezar Mendonça de Oliveira uma carta deixando vago
o seu cargo de Diretor-Presidente do Seminário Teológico Congregacional do
Nordeste. Argumentou que não se arrepende de ter declinado do cargo e que houve
uma solicitação para que permanecesse no cargo até março de dois mil e dezoito,
mas que ele não aceitou.
A palavra foi cedida ao senhor
Vice-Diretor, já nomeado como diretor interino do Seminário, o Pastor Helder
César de Araújo Ângelo, que falou em estar disponível, mas que precisa de uma
orientação da Diretoria com seus diretores para assumir o Seminário. Propôs um
culto de abertura das aulas com todos os alunos e a participação da Associação
Koinonia em cada uma das igrejas da Associação a cada ano letivo. Ficou decidido
que o culto de abertura de dois mil e dezoito seria
na Igreja Evangélica Congregacional Tamarineira em dezessete de fevereiro às
dezenove horas.
Pastor Hélder César ficou à frente
do Seminário até agosto de 2019, exercendo a função com muita dificuldade, pois
residindo em Campina Grande, PB, precisava se deslocar para o Recife, em dias
específicos para dar expediente e atender às demandas do seminário. Foi
sucedido pelo pastor Paulo César Melo, pastor da IEC de Afogados, Recife. Este
permaneceu na direção por um ano e quatro meses, entre agosto de 2019 e
dezembro de 2020. Em 2021, voltou a
dirigir o seminário o pastor Edjaelson Pedro da Silva, permanecendo na função
até o final de 2023, quando a União encerrou as atividades da instituição por assumir
uma nova política educacional para a UIECB.
A
CRISE DO COVID-19 E SUAS CONSEQUÊNCIAS
Com ralação ao aquecimento global, existem cientistas que o negam? Diante dessa possibilidade, qual a ideia mais decisiva: existe ou não aquecimento global?