A Antiga Casa de Detenção do Recife, Pernambuco. Construída entre 1850 e 1867, era a prisão mais segura e moderna do País na época. Após cem anos de sua Inauguração, o excesso de detentos e a noção de que não era mais seguro manter uma casa de detenção no centro da cidade fizeram com que em 1973, o então governador Eraldo Gueiros Leite decidisse fechar a Casa de Detenção do Recife e 3 anos depois foi inaugurada a Casa da Cultura, centro de artesanato da cidade.
Professor Cid Mauro
sexta-feira, 6 de março de 2026
Casa de Detenção de Pernambuco
quinta-feira, 5 de março de 2026
The Sputnik, 1957, meu ano 0
Foto de Tião Maia (futuro “Tim Maia”), da ponta à esquerda, e Roberto Carlos, da ponta à direita, no grupo “The Sputnik”, 1957.
Em 1957, Tião Maia ficara fascinado com o lançamento do satélite Sputnik e resolvera lançar no Rio de Janeiro um grupo musical com o mesmo nome, “The Sputniks”.
Tião era fã de rock e idolatrava Little Richard e Elvis Presley, no entanto, gostava muito mais do primeiro
citado. Durante a formação de seu grupo, trouxe alguns amigos e, um deles acabou chamando um sujeito magrinho, Roberto, para integrar o grupo.
Roberto era de Cachoeiro de Itapemirim e, assim como Tião, amava o rock; principalmente Elvis Presley.
Após serem aprovados em um teste da TV Tupi, o grupo foi convidado a participar do programa “Clube do Rock” de Carlos Imperial. Porém, a apresentação inicial também marcou o fim da banda que tinha tudo para decolar.
Nos bastidores do show, Roberto e Tião acabaram discutindo e separaram o grupo. Roberto, todavia, contatou Carlos Imperial para uma apresentação solo e ganhou o apreço do apresentador. Nascia Roberto Carlos.
Tião também foi atrás da carreira solo e se apresentou para Carlos Imperial que também apreciou a apresentação do “novato”. Contudo, para fazer sucesso, Carlos advertiu que ele não poderia se apresentar como “Tião Maia” e que “Tim Maia” seria mais sonoro.
Dessa forma, com o fim da breve banda “The Sputniks”, dois novos astros surgiram, Tim Maia e Roberto Carlos.
Fonte: Vale Tudo: O som e a fúria de Tim Maia, de Nelson Motta.
Brasil, Almanaque de Cultura Popular
Ver na net:
quarta-feira, 4 de março de 2026
Esta fotografia foi feita em 1901, numa rua pequena que desembocava na Praça XV, bem perto do mar e do cheiro de peixe velho que vinha do cais do Rio.
Flamengo raiz
Esse pessoal aí eu convivi com eles pela imprensa: Zico, estreante, Doval, loiro sentado, Rodrigues Neto, em pé extrema direita, excelente lateral esquerdo, antes da era Júnior, ao lado dele o lendário Liminha, carregar de piano, valendo 10 Pulgar, Luizinho, ao lado de Zico, jogou no América e no Botafogo, e o Romário dos anos 70, Paulo César Caju, agachado ao lado do loiro Doval. Dadá Maravilha com a mão na bola. Esse cara jogou no Galo e veio para nosso time. Era ruim, mas artilheiro: a bola procurava ele e entrava no gol. Ele que disse a tática que usou num gol: "Fingi que ia, mas não fui, acabei fondo".
📬 **A Exumação de Estácio de Sá no Morro do Castelo
sábado, 28 de fevereiro de 2026
Raridades ao longo da história
Rio de Janeiro - Acre - Rio de Janeiro: assim caminha a humanidade
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A Dama da Noite em mãos da vó Dorcas |































