Cyro, de uma família de nove irmãos, todos com nomes começados com “C”, nasceu no subúrbio carioca do Rocha. Seu pai, dentista e funcionário público, era conhecido como “Capitão Monteiro”, título que parece se referir a uma patente da Guarda Nacional, corporação criada no Império e extinta em 1918.
Professor Cid Mauro
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Cyro Monteiro, o Formigão, quando de seus 102 anos
sábado, 7 de fevereiro de 2026
Renata Fronzi e filhos
Rio de Janeiro, 1957. A atriz Renata Fronzi, com os filhos do casamento com o radialista César Ladeira: Renato Ladeira, ao colo, e César Fronzi Ladeira. Nascida em Rosário, na Argentina, Renata foi uma das maiores vedetes do teatro de revista no Brasil. Marcou época no programa "Família Trapo", da TV Record, ao lado de Ronald Golias e Jô Soares. Trabalhou em muitas novelas da TV Globo. Seus filhos fundaram, na década de 1960, a banda de rock The Bubbles, depois rebatizada com o nome em português, A Bolha. Realizaram grandes shows com Gilberto Gil, Erasmo Carlos e Gal Costa. Nos anos 80, Renato Ladeira ajudou a criar o Herva Doce, grupo que alcançou grande sucesso com a canção "Amante Profissional" ("Moreno alto, bonito e sensual/Talvez eu seja a solução dos seus problemas"). Renato Ladeira compôs com Cazuza a atemporal canção "Faz parte do meu show". Foto: Revista Manchete, nº 264, edição de 11.05.1957. Hemeroteca da Biblioteca Nacional.
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sábado, 31 de janeiro de 2026
𝑼𝒎 𝑩𝒂𝒊𝒓𝒓𝒐 𝑺𝒐𝒃𝒓𝒆 𝑻𝒓𝒊𝒍𝒉𝒐𝒔❗
Dr. Vital Brazil
VOCÊ SABIA? DR. VITAL BRAZIL
Igreja de Santa Luzia
Você sabia que o Centro do Rio de Janeiro já abrigou uma praia? E não era uma praia qualquer, era o “praião” de Santa Luzia, conforme descreve o jornalista e escritor André Luís Mansur no trecho reproduzido abaixo, retirado do livro “Fragmentos do Rio Antigo”, de sua autoria juntamente com Ronaldo Morais.
“A praia de Santa Luzia acabou se tornando a predileta dos clubes de regata e das casas do banho de mar, como a Charneca da Lua e a Sociedade Alemã de Ginástica. O mais curioso é que as pessoas tomavam banho de mar amarradas a cordas presas em trapiches”, destacam os autores. Vale a leitura !
Numa época em que o carioca sequer pensava em tomar banho de mar, o Centro do Rio de Janeiro abrigava um verdadeiro praião. Hoje só existe aterro por lá e o mar apenas pode ser visto dos prédios, coisa que também não existia na época. À frente da praia, a Igreja de Santa Luzia, que lhe dava o nome, construída em 1592 em terreno doado por João Pereira Lemos e sua esposa, ainda estava em sua localização original, a pouca distância da atual, que é do final do século XIX e já havia recebido duas torres e uma ampla e bem trabalhada porta.
Para se ter uma ideia de como praia era algo totalmente alheio ao estilo de vida carioca, basta dizer que a de Santa Luzia também era conhecida como Praia da Forca, devido à existência de uma forca nela, e também abrigava um cemitério de indigentes ao redor. Até meados do século XIX, também era o endereço do matadouro da cidade. Menos convidativo, impossível.
Bem, de simples o pedido de D. João não tinha nada. Qualquer movimentação sua pela cidade exigia uma grande infraestrutura logística. Carruagens, cocheiros de fardas, cadetes na frente, lacaios atrás (com jarro d´água e goiabada), escolta, padre, jumento com criado e pinicos feitos de pura louça pintada, além de outras parafernálias. Tudo tinha de ser devidamente preparado. Ou seja, mesmo que quisesse sair apenas para comprar um galetinho na esquina, D. João daria muito trabalho a muita gente.
Mas isso constituía a rotina do príncipe e precisava ser feita sempre. O pior era que o trajeto até a igreja, também chamado de Caminho da Forca, era muito estreito e não permitia a passagem da comitiva. Para piorar, a região ficava constantemente alagada.
Foi preciso então fazer uma espécie de “choque de ordem”, para usar uma expressão atual. O estreito caminho para se chegar à igreja e à praia foi alargado, embora para isso fosse preciso derrubar o muro da chácara de d. Ana Francisca de Jesus, que recebeu uma indenização de 800 mil réis no ano seguinte. Provavelmente estava bem aquém do valor do terreno, mas não adiantava reclamar. Não havia Procon nem colunas de defesa do consumidor na época, haja vista a absurda lei que obrigava os donos das melhores casas da Corte a cederem suas residências por um determinado tempo aos nobres ociosos.
Depois que perdeu estas companhias indesejáveis, ainda no século XIX, a praia de Santa Luzia acabou se tornando a predileta dos clubes de regata e das casas do banho de mar, como a Charneca da Lua e a Sociedade Alemã de Ginástica. O mais curioso é que as pessoas tomavam banho de mar amarradas a cordas presas em trapiches. Como se vê, pegar uma praia na época era um programa dos mais exóticos para um povo que usava trajes europeus em pleno calor tropical. Ver na net: https://urbecarioca.com.br/o-praiao-de-santa-luzia-por-andre-luis-mansur/
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
O menino, seu cão e uma foto
Esta fotografia foi feita em 1912, numa manhã de domingo, diante de um sobrado na Rua da Aurora, no Recife.
Altair
Altair, Ídolo esquecido: enterro de Altair, campeão com o Brasil em 1962, reúne apenas 18 pessoas. O ex-lateral morreu aos 81 anos na madrugada desta sexta (23/1/2025) em São Gonçalo, município vizinho. Ele foi o quarto atleta a jogar mais vezes pelo Fluminense.






















