Aos poucos, pingando, chegaram
Os Campelo, os Souza, os Oliveira,
Enfim, são tantos nomes,
Que nem vou ser omisso.
A alegria está nas fotos
Nos rostos, nos gestos
Na dança, na música
Enfim, a alegria está no ar.
As tias as que mais representam
Toda a história vivida
Toda herança legada
A todos nós, aprendizes de amar
Até avós já somos
Podem ver um fruto de amor
Chamado Elisa, tenra, sensível
Recolhida e simples, no colinho da mãeAté a mais idosa, Eunice,
Que também traz Eunice, no nome
E nos gracejos, com Leila
E Gislaine, a marca da matriarca
Primos e primas à beça
Mesa farta, amigos de montão
Alguma bebida, com requintes,
A principal, uma aguinha bem gelada
Grupos de mesa e de conversas
Muita saudade, Onésimo,
Para que os versos fossem rimados
Outros sorrisos, esgarçados,
Como de tia Maninha,
Contidos e disfarçados, como Erlom
Mas cada um presente foi presente
Para a anfitriã, Luciane.
A alegria, a gratidão e amizade
Circularam pelo salão.
Gratos e felizes por toda essa herança
Uma carga leve no curso desta vida
Na memória, o aprendizado
A geração antes desta nos legou riqueza
Perduram os efeitos
A vida, como festa, ora,
Até Jesus era festeiro
Boêmio, e apreciava um bom vinho
E andou por aí ensinando amar
Também essa foi herança
Da geração que nos forjou
Forjados em lutas, amor
E muita coragem. Orgulho de ser
Baixada, subúrbio, beira de rio
E roça. Semeadura, fomos
E somos. Sigamos, por puro amor
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Trecho da pequena meditação
Um dos momentos karaokê






















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