domingo, 11 de janeiro de 2026

Vassouras e sua história




Inaugurando agora dia 19 de dezembro, vamos recordar a grandiosidade do Solar de Vossa Graça, Francisco José Teixeira Leite, o Barão com grandeza de Vassouras.
Extensa edificação de um só pavimento e planta em forma de "U", o Solar Barão de Vassouras, construído no século XIX, pertenceu a Francisco José Teixeira Leite, Barão de Vassouras.
Casa de Francisco José Teixeira Leite, Barão de Vassouras, que nasceu em São João del-Rei,13 de novembro de 1804 e faleceu em 2 de maio de 1884, foi um nobre brasileiro.
Filho de Francisco José Teixeira, primeiro barão de Itambé, e de Francisca Bernardina do Sacramento Leite Ribeiro. Casou-se, em 1830, com sua prima Maria Ismênia Leite Ribeiro; posteriormente, em 1851, casou-se com outra prima, Ana Alexandrina Teixeira Leite. Era sobrinho do barão de Aiuruoca e sogro do visconde de Taunay.
E QUEM FOI O BARÃO DE VASSOURAS?
Francisco José Teixeira Leite, barão de Vassouras, nasceu em São João del-Rei, 13 de novembro de 1804 e faleceu, 2 de maio de 1884, foi um nobre brasileiro.
Filho de Francisco José Teixeira, primeiro barão de Itambé, e de Francisca Bernardina do Sacramento Leite Ribeiro.
Casou-se, em 1830, com sua prima Maria Ismênia Leite Ribeiro; posteriormente, em 1851, casou-se com outra prima, Ana Alexandrina Teixeira Leite. Era sobrinho do barão de Aiuruoca e sogro do visconde de Taunay.
Francisco José Teixeira Leite, Pai de: Ambrosina Teixeira Leite; Maria Paulina Teixeira Leite; Francisco Carlos Teixeira Leite; Joaquim Américo Teixeira Leite; Carlos Artur Teixeira Leite; Custódio Alfredo Teixeira Leite; Anastácio Teixeira Leite; Cristina Teixeira Leite, Viscondessa de Taunay; Leopoldo Teixeira Leite; Francisco José Teixeira Leite; Margarida Teixeira Leite; Eugenia Teixeira Leite; Alfredo Carlos Teixeira Leite e Afonso Teixeira Leite.
Irmão de: Mariana Alexandrina Teixeira Leite; João Evangelista Teixeira Leite; Maria Gabriela Teixeira Leite; Antonio Carlos Teixeira Leite; José Eugenio Teixeira Leite; Carlos Teixeira Leite; Joaquim José Teixeira Leite; Custódio Teixeira Leite e Ana Jesuína Cândida Teixeira Leite.
Na Segunda metade do século XIX a região de Vassouras, no Rio de Janeiro, era o cenário da maior produção cafeeira do mundo. O ouro verde que brotava da terra trouxe riqueza para uma nova casta: a dos barões do café. Entre as maiores produtoras da rubiácia, destacava-se a Fazenda Cachoeira Grande, que pertenceu a Francisco José Teixeira Leite - o Barão de Vassouras.
A fazenda foi recebida pelo Barão de Vassouras como parte do dote de sua primeira mulher. Francisco José veio de Minas Gerais e se instalou em Vassouras, transformando-se num grande empreendedor não só na área agrícola como também no setor financeiro. No auge da cultura do café, a Fazenda Cachoeira Grande chegou a possuir cerca de 2.000 escravos e um imenso pátio de café, cujas ruínas são testemunhas de uma época de poder e glória. O que restou da usina de beneficiamento e as senzalas também contam um pouco da sua história.
Em meados do século XIX, mais precisamente em 1885, a casa foi palco de um memorável jantar oferecido à Princesa Isabel e seu marido o Conde D´Eu. Ainda hoje se pode ver ali o cardápio das refinadas iguarias e excelentes vinhos então servidos.
Banco Comercial Agrícola - O prédio foi criado em 1875 pelo Barão de Vassouras, Francisco José Teixeira Leite, possui linhas neoclássicas e apresenta simetria nas 5 portas de madeira almofadada e bandeiras em meio-arco. Se encontra localizado ao lado do Solar Barão de Vassouras.
Aproveitando-se da conjuntura política e econômica da década de 1850, um grupo constituído de políticos, negociantes, capitalistas e fazendeiros, muitos deles ligados às importantes famílias da Província do Rio de Janeiro e do Município Neutro da Corte, como foi o caso de José Evangelista Teixeira Leite organizou, em 1857, o Banco Commercial e Agrícola (BCA). Com a matriz na Corte e filiais em Vassouras e Campos dos Goitacazes, duas das maiores regiões escravistas da província do Rio de Janeiro, o banco teve um curto período de existência; porém sua atuação, como banco comercial e emissor de notas, levantou um debate no interior da classe senhorial dominante e do próprio Estado Imperial. A vitória conservadora, com a Lei dos “Entraves”, de 1860, selou a “sorte” do banco, sendo assimilado pelo Banco do Brasil em 1862.
A ESTAÇÃO FERROVIÁRIA: Aberta com o nome de Concórdia, em 1879. "Dizem que Teixeira Leite, para provar que não guardava ressentimento do Barão de Juparanã, nomeou a estação (já em território vassourense) como Concórdia" (Jorge A. Ferreira, 01/2007). Seu nome mais tarde foi alterado, passando a homenagear o Barão de Vassouras, Francisco José Teixeira Leite, de influente família da cidade de Vassouras. Atualmente, não há nenhuma vila nas proximidades e a fazenda mais próxima fica a uns cinco quilômetros em estrada de péssimas condições.
Eufrásia Teixeira Leite era sobrinha do barão de Vassouras, Francisco José Teixeira Leite, e neta dos barões de Itambé.









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