Explore:
Em sua coluna “No mundo dos livros”, na revista O Cruzeiro de 17 de abril de 1954, Geraldo de Freitas falava sobre Guimarães Rosa, “um escritor em atividade”, então às voltas com duas obras: Corpo de baile e “Veredas mortas”, como originalmente se chamaria Grande sertão: veredas:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/003581/91297
José Condé, em coluna no Correio da Manhã de 4 de janeiro de 1956, já previa que Grande sertão seria colocado em proximidade a Os sertões, de Euclides da Cunha. Só errou ao dizer que a obra de Guimarães Rosa seria “suplementar”:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/56997
Correio da Manhã de 17 de julho de 1956 apresentava o anúncio: “Afinal o esperado romance de Guimarães Rosa”. O clima de expectativa na imprensa era uma realidade em torno de Grande sertão:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/64358
Em sua coluna nas “Notas Sociais” do Jornal do Brasil de 28 de julho de 1956, Maria Eugênio Celso lança suas impressões sobre a novidade literária do momento: Grande sertão: veredas:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/64192
A Noite de 28 de julho de 1956 comentava o crescente interesse na obra do artista visual Poty Lazarotto, que então mantinha uma exposição na Biblioteca Nacional. O motivo? Era o ilustrador do fenômeno Grande sertão:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/348970_05/37529
Renato Jobim dá a resenha de Grande sertão no Diário Carioca de 29 de julho de 1956:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093092_04/33502
CM de 5 de agosto de 1956 colocava Grande sertão “sem dúvida alguma, o nosso grande acontecimento literário e linguístico do século”:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/65075
Em “Livros a mancheias”, Manuel Bandeira fala sobre a “nova língua” utilizada por Guimarães Rosa em seu maior romance, no JB de 12 de agosto de 1956:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/64659
Paulo Mendes Campos, na Manchete de 13 de outubro de 1956, dava inúmeros porquês a respeito de Grande sertão:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/15948
Na mesma edição da revista, reportagem de Ruth Guimarães coloca nove literatos paulistas para julgar um mineiro, “assunto obrigatório das rodas literárias do Rio e de S. Paulo”:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/15951
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/15952
O bafafá sobre Grande sertão foi tamanho que o “Suplemento Dominical” do JB, em edição de 2 de setembro de 1956, estabeleceu uma mesa redonda sobre Guimarães Rosa, com Sérgio Milliet, Vivaldo Coaracy e Luiz Martins:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/65328
Em 10 de novembro de 1956, coluna “Livros na mesa” do CM trazia resenha de Grande sertão por Octavio Mello Alvarenga:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/69058
No CM de 1º de dezembro de 1956, Eduardo Portella louvava o “romance síntese” de Guimarães Rosa, trazendo uma imagem do escritor fazendo o até então improvável: colhendo informações in loco, no sertão:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/69951
Reportagem de E. C. Caldas para O Semanário de dezembro de 1956 colhe depoimentos de variados literatos a respeito de Grande sertão:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/149322/475
Paulo Rónai em “Três motivos em Grande sertão: veredas”, publicado no Diário de Notícias de 16 de dezembro de 1956:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_03/56437
Valdemar Cavalcanti se entusiasmava em sua resenha literária do ano, em O Jornal de 23 de dezembro de 1956: “não se discute mais”:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/110523_05/48612
Em edição de 26 de dezembro de 1956 da Tribuna da Imprensa, Lúcia Miguel Pereira, que seria posteriormente uma das integrantes da comissão que decidiu por unanimidade dar a Guimarães Rosa o Prêmio Machado de Assis, lançava suas impressões a respeito do Grande sertão:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/154083_01/32500
Assis Brasil, novamente no “Suplemento Dominical” do JB, na virada de 1956 para 1957, publicava uma série de artigos que se tornaria famosa no meio literário, intitulada “Guimarães Rosa e a literatura brasileira”:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/69276
Na Manchete de 5 de janeiro de 1957, Guimarães Rosa, o “diplomata do sertão”, era um inescapável destaque literário de 1956:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/16933
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/16934
Sob o título “A travessia de J. Guimarães Rosa”, suplemento “Tribuna dos Livros”, da Tribuna da Imprensa de 26 de janeiro de 1957, traz crítica de Afonso Arinos de Melo Franco a Grande sertão:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/154083_01/33049
A 10 de fevereiro de 1957, Benedito Nunes dá sua “Primeira notícia sobre 'Grande sertão: veredas'”, no JB:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/70444
Affonso Ávila, em edição de 23 de fevereiro de 1957 do CM, abordava “O primitivo Guimarães Rosa”, autor “autenticamente nacional”:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/73197
Lêdo Ivo trata do “cangaceiro” e do “universal”, na Tribuna da Imprensa de 23 de fevereiro de 1957:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/154083_01/33583
Já em 13 de março de 1957, Manuel Bandeira publicava sua célebre carta a Guimarães Rosa, em coluna regular no Jornal do Brasil:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/71429
Autor de “O encontro marcado”, também lançado em 1956, Fernando Sabino dá uma aula de humildade e sinceridade: “O maior romance brasileiro é o de Guimarães Rosa”, diz em entrevista cedida ao JB de 31 de março de 1957:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/72214
Revista Brasiliense número 10, de março-abril de 1957, trazia artigo de Paulo Dantas sobre a obra de Guimarães Rosa:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/140481/1561
A partir de 25 de abril daquele ano, é a vez de Múcio Leão dar suas impressões do livro em um par de artigos, também no JB:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/73131
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/73371
No CM de 19 de junho de 1957, José Condé informava que Aníbal Machado, Cavalcanti Proença, Lúcia Miguel Pereira, Alceu Amoroso Lima e Valdemar Cavalcanti, então membros da comissão julgadora do Prêmio Machado de Assis, então mantida pelo Instituto Nacional do Livro, havia sido unânime em favor de Guimarães Rosa. Prêmio foi entregue no dia 26 daquele mês, junto com seus 100 mil cruzeiros:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/77858
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/78107
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/78171
Dias da Costa, em crítica para a revista Leitura de julho de 1957:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/115509/5403
Em 24 de agosto de 1957, Manchete publica “Aí está Minas: a mineiridade”, por Guimarães Rosa:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/19550
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/19551
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/19552
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/19553
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/19554
Eleições para a cadeira de José Lins do Rêgo em 23 de janeiro de 1958 tiveram Guimarães Rosa como candidato favorito da imprensa, a exemplo de nota de apoio emitida pelo Correio da Manhã:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/86816
Em edição de 15 de fevereiro de 1958, Franklin de Oliveira lançava seus “Estudos sobre Guimarães Rosa”, na coluna “Livros na mesa”, do Correio da Manhã:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/87736
Em “Preciosismo no sertão”, no JB de 15 de fevereiro de 1958, Adolfo Casais Monteiro dizia que “há coisas que só entenderá em Grande sertão: veredas o sertanejo - precisamente o menos provável dos seus leitores. E os outros?”. A 1º e 8 de março, crítico voltava ao assunto:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/84295
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/84677
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/84947
No JB de 3 de agosto de 1958, Cecília Prada publicava “3 depoimentos sobre Guimarães Rosa”, coletados de Cavalcanti Proença, Alberto da Costa e Oswaldino Marques:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/90904
Lançamento da segunda edição de Grande sertão renovava a atenção ao romance, conforme texto de Mário Lacerda de Mello ao Correio da Manhã de 13 de setembro de 1958:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_06/96313
Ferreira Gullar, Barbosa Lima Sobrinho, Adonias Filho e outros eram “Escritores que não conseguem ler 'Grande sertão: veredas'”, em depoimentos para Leitura de outubro de 1958:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/115509/6477
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/115509/6478
Em Leitura de março de 1959, José Freire de Freitas e suas “Trilhas no Grande sertão”:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/115509/6815
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/115509/6816
No Diário Carioca de 8 de março de 1959, Luiz Fernando Nazareth discute “O barroco no Grande sertão”:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093092_04/44731
Em reportagem de Otávio Mello Alvarenga para o “Suplemento Dominical” do JB de 13 de junho de 1959, discute-se a comentada adaptação de Grande sertão: veredas para o cinema:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/103044
No JB de 4 de julho de 1959, Alaôr Barbosa defende Grande sertão a um crítico resistente aos talentos de Guimarães Rosa, aparentemente fictício:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/103787
Na edição de 1º de agosto do mesmo jornal, no entanto, Carlos Fernando Fortes de Almeida passa o recibo, rebatendo as argumentações de Alaôr Barbosa e alimentando a polêmica em torno do autor:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/104791
Manchete de 10 de outubro de 1964 mostra os bastidores da adaptação cinematográfica da obra prima de Guimarães Rosa:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/59071
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/59072
“A linguagem solitária de Guimarães Rosa”, de José Olympio, na Manchete de 5 de agosto de 1967, trazia depoimentos de Hélio Pellegrino, Fausto Cunha e Antonio Callado:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/79330
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/79331
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/79332
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/79333
“Viagem aos campos gerais”, reportagem de Paulo Dantas e Maureen Bisilliat para O Cruzeiro de 11 de novembro de 1967, visita as fontes e as raízes de Grande sertão e seu autor:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/003581/165224
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/003581/165225
Em 2 de dezembro de 1967, R. Magalhães Júnior trata da “segunda imortalidade” de Guimarães Rosa, em Manchete:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/82087
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/82088
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/82089
Na Manchete de 15 de junho de 1968, Vilma Guimarães Rosa “traça um novo retrato do autor de Grande sertão: veredas”, seu pai:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/86764
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/86765
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/86766
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/86767
Na série “As pequenas cidades dos grandes homens”, na Manchete de 7 de dezembro de 1968, reportagem de João Eustáquio e Esko Murto vasculhava a Cordisburgo de Guimarães Rosa, com direito a imagens de Juca Bananeira, amigo e personagem do escritor:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/91319
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/91320
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/91321
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/91323
Dois anos depois, em 4 de julho de 1970, na mesma revista, João Eustáquio volta às paragens do Grande sertão, em imagens de Guinaldo Nicolaevsky:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/106504
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/106505
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/106506
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/106507
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/106508
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/106509
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/106510
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/106511
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/106513
Manchete de 4 de novembro de 1972 vinha com texto de Carlos Heitor Cony na série "As obras-primas que poucos leram". Em foco: Grande sertão:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/127789
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/127790
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/127791
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/127792
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/127793
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/127794
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/127795
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/127796
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/004120/127798
Reportagem de Luiz Alfredo para O Cruzeiro de 1974 visita Cordisburgo e a antiga casa de Guimarães Rosa:
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/003581/191839
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/003581/191840
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/003581/191841
http://memoria.bn.gov.br/DocReader/003581/191842
Arte ilustrativa utilizada como peça de divulgação nas redes sociais institucionais
Autor/criador: Wilian Correia
Autor/criador: Wilian Correia
Referências bibliográficas e recomendações de leitura:
ABRANCHES, Sérgio. A ecologia de Grande Sertão: Veredas. O Eco, 14 jan. 2006. Disponível em: https://oeco.org.br/colunas/16507-oeco-15318/. Acesso em: 02 mar. 2026.
ARAÚJO, Heloísa Vilhena de. Guimarães Rosa: diplomata. Brasília: FUNAG, 2007.
_______________________. O roteiro de Deus: dois estudos sobre Guimarães Rosa. São Paulo: Mandarim, 1996.
ARRIGUCCI JR., Davi. O sertão: Mar e rios de histórias. In: ARRIGUCCI JR., Davi. O guardador de segredos. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, pp. 113-129.
ARROYO, Leonardo. A cultura popular em Grande sertão: veredas: filiações e sobrevivências tradicionais, algumas vezes eruditas. Rio de Janeiro: José Olympio; INL, 1984.
AUGUSTO, Ronald. Rastros de racismo na obra “Grande sertão: veredas”. Nau Literária, Porto Alegre, v. 18, n. 1, jan./abr. 2022. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/NauLiteraria/article/view/126951/86103. Acesso em: 02 mar. 2026.
BANDEIRA, Manuel. Grande sertão: veredas. Jornal do Brasil, n. 59, ano 66, 13 mar. 1957. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_07/71429. Acesso em: 5 mar. 2026.
BARBOSA, Alaor. Sinfonia Minas Gerais: a vida e a literatura de João Guimarães Rosa. Brasília: LGE, 2007.
BARROS, Vinícius “É pelo avesso que se chega ao direito”: o princípio da reversibilidade em Grande Sertão: Veredas, uma leitura de Antonio Candido. Eixo Roda, Belo Horizonte, v. 32, n. 2, 2023, pp. 258-278. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/o_eixo_ea_roda/article/view/52183. Acesso em: 11 fev. 2026.
BOLLE, Willi. Grandesertao.br: o romance de formação do Brasil. São Paulo: Ed. 34; Duas Cidades, 2004.
CAMPOS, Augusto de. Um lance de “dês” do Grande sertão. In: XISTO, Pedro et al. Guimarães Rosa em três dimensões. São Paulo: Conselho Estadual de Cultura, 1970, pp. 41-70.
CANDIDO, Antonio. Jagunços mineiros de Cláudio a Guimarães Rosa. In: Vários escritos. São Paulo: Duas Cidades, 1970. p. 138-188.
_______________. O sertão e o mundo: estudo sobre Guimarães Rosa. Diálogo, São Paulo, n. 8, pp. 5-18, 1957.
_______________. O homem dos avessos. In: Tese e antítese. São Paulo: T.A. Queiroz, 2000, pp. 119-139.
______________. No Grande sertão. In: Textos de intervenção; seleção, apresentação e notas de Vinicius de Dantas. São Paulo: Duas Cidades / Ed. 34, 2002. pp. 190-192.
______________. Depoimentos sobre João Guimarães Rosa e sua obra. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2011. pp. 17-29.
CASTRO, Nei Leandro de. Universo e vocabulário do Grande sertão. Rio de Janeiro: José Olympio, 1970.
CHIAPINI, Ligia; VEJMELKA, Marcel (orgs.). Espaços e caminhos de João Guimarães Rosa: dimensões regionais e universalidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.
CORPAS, Danielle. O jagunço somos nós: visões do Brasil na crítica de Grande sertão: veredas. Campinas: Mercado de Letras, 2015.
______________. Transcendência do regional e modo de ser jagunço: observações de Antonio Candido sobre Grande sertão: veredas. Itinerários, Araraquara, n.25, 2007, pp. 65-85. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/itinerarios/article/view/2354/1882. Acesso em: 12 fev. 2026.
COSTA, Ana Luiza Martins. “Veredas de Viator” e “Ave, palavras”. Cadernos de Literatura Brasileira, Rio de Janeiro, n. 20-21, pp. 10-58 e 283-342, 2006.
COUTINHO, Eduardo (org.). Guimarães Rosa. Coleção Fortuna Crítica. Rio de Janeiro; Brasília: Civilização Brasileira; INL, 1983.
COVIZZI, Lenira Marques; VERLANGIERI, Iná Valéria Rodrigues. Pequena bibliografia de Guimarães Rosa. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, São Paulo n. 41, pp. 213-32, 1996.
FONSECA, Juliana Freire. A representação da pobreza em Grande Sertão: Veredas. 2021. 125 f. Dissertação (Mestrado em Letras) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2021. Disponível em: https://www.repositorio.ufop.br/items/e252cc6d-65cf-4520-8fd1-de0906e33778. Acesso em: 10 fev. 2026.
GALVÃO, Walnice Nogueira. A donzela-guerreira: um estudo de gênero. São Paulo: Senac, 1998.
______________________. As formas do falso: um estudo sobre a ambiguidade no Grande sertão: veredas. São Paulo: Editora Perspectiva, 1986.
_______________________. Mínima mímica: ensaios sobre Guimarães Rosa. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
GRANATO, Fernando; FIRMO, Walter. Nas trilhas do Rosa: uma viagem pelos caminhos de Grande sertão: veredas. São Paulo: Scritta, 1996.
HANSEN, João Adolfo. O ó: a ficção da literatura em Grande sertão: veredas. São Paulo: Hedra, 2000.
LARA, Cecília de. A edição genético-crítica de Grande sertão: veredas de Guimarães Rosa. In: WILLEMART, Philippe (org.). Gênese e memória. Anais do IV Encontro Internacional de Pesquisadores do Manuscrito e de Edições. São Paulo: Annablume, 1995, pp. 153-165.
LEONEL, Maria Cecília de Moraes. Antonio Candido e o pioneirismo na crítica rosiana. Via Atlântica, 30 nov. 2024. Disponível em: https://revistas.usp.br/viaatlantica/en/article/view/151748/216403#info. Acesso em: 02 mar. 2026.
___________________________. Guimarães Rosa: Magma e gênese da obra. São Paulo: Editora UNESP, 2000.
LEONEL, Maria Célia; SEGATTO, José Antonio Segatto. Política e violência no grande sertão de Guimarães Rosa. Estudos Sociedade e Agricultura, Rio de Janeiro, vol. 13, no. 1, 2005, pp. 75-93. Disponível em: https://revistaesa.com/ojs/index.php/esa/article/view/259. Acesso em: 12 fev. 2026.
LIMA, Sônia Maria van Dijck. João Guimarães Rosa: cronologia de vida e obra. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, São Paulo n. 41, pp. 249-54, 1996.
LLOSA, Mario Vargas. Épopée du sertão, tour de Babel ou manuel du satanisme? In: ROSA, João Guimarães. Diadorim. Paris: Albin Michel, 1991. (Reproduzido em Folha de S. Paulo, 30 mar. 1991)
LOPES, Allan. “Difícil é, às vezes”, disse Manuel Bandeira sobre “Grande Sertão: Veredas” em carta a Guimarães Rosa publicada no Diário. Diário de Pernambuco, 24 fev. 2026. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/amp/viver/2026/02/11708263-dificil-e-as-vezes-disse-manuel-bandeira-sobre-grande-sertao-veredas-em-carta-a-guimaraes-rosa-publicada-no-diario.html. Acesso em: 02 mar. 2026.
LOURENÇO, Eduardo. Guimarães Rosa ou o terceiro sertão. In: LOURENÇO, Eduardo. A nau de Ícaro. São Paulo: Companhia das Letras, 2001, pp. 207-219.
MARTINS, Nilce Sant’Anna. O léxico de Guimarães Rosa. São Paulo: EDUSP, 2001.
MAZZARI, Marcus Vinícius. Veredas-mortas e Veredas-altas: a trajetória de Riobaldo entre pacto demoníaco e aprendizagem. In: MAZZARI, Marcus Vinícius. Labirintos da aprendizagem: pacto fáustico, romance de formação e outros temas de literatura comparada. São Paulo: Ed. 34, 2010, pp. 17-91.
MENESES, Adélia Bezerra de. As cores de Rosa: ensaios sobre Guimarães Rosa. Cotia: Ateliê, 2010, pp. 21-54.
MONTEIRO, Adolfo Casais. Guimarães Rosa: uma revolução no romance brasileiro. In: MONTEIRO, Adolfo Casais. O romance: teoria e crítica. Rio de Janeiro: José Olympio, 1964, pp. 235-247.
MORAIS, Márcia Marques de. A travessia dos fantasmas: literatura e psicanálise em Grande sertão: veredas. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
NUNES, Benedito. De Sagarana a Grande sertão: veredas. In: NUNES, Benedito. Crivo de papel. São Paulo: Ática, 1998, pp. 247-261.
_______________. Grande sertão: veredas: uma abordagem filosófica. Bulletin des Études Portuguais et Brésiliens, Paris, n. 44-45, pp. 389-404, 1985.
PASSOS, Cleusa Rios P.; ROSEMBAUM, Yudith; VASCONCELOS, Sandra Guardini (orgs.). Infinitamente Rosa: 60 anos de Corpo de baile e de Grande sertão: veredas. São Paulo: Humanitas, 2018.
PASTA JR., José Antonio. O romance de Rosa: temas do Grande sertão e do Brasil. Novos Estudos CEBRAP, n. 55, pp. 61-70, nov. 1999.
PRADO JR., Bento. O destino decifrado: linguagem e existência em Guimarães Rosa. In: PRADO JR., Bento. Alguns ensaios: filosofia, literatura, psicanálise. São Paulo: Max Limonad, 1985, pp. 195-226.
PROENÇA, Manuel Cavalcanti. Trilhas no Grande sertão. Rio de Janeiro: MEC, 1958.
RÓNAI, Paulo. Três motivos em Grande sertão: veredas. In: RÓNAI, Paulo. Encontros com o Brasil. Rio de Janeiro: MEC, INL, 1958, pp. 151-158.
RONCARI, Luiz. Lutas e auroras: os avessos do Grande sertão: veredas. São Paulo, Editora UNESP, 2018.
ROSA, João Guimarães. Grande sertão: veredas. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
ROSENFIELD, Kathrin H. Os (des)caminhos do demo: tradição e ruptura em Grande sertão: veredas. Rio de Janeiro: Imago; São Paulo: EDUSP, 1993.
SANTOS, Edna Maria Fernandes dos. Descrição das duas primeiras edições e do “segundo rascunho” do Grande sertão: veredas. In: WILLEMART, Philippe (org.). II Encontro de Edição Crítica e Crítica Genética: eclosão do manuscrito. São Paulo: FFLCH, 1990, pp. 151-155.
SCHWARZ, Roberto. Grande sertão e Dr. Faustus. In: SCHWARZ, Roberto. A sereia e o desconfiado: ensaios críticos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1965, pp. 28-36.
SOARES, Cláudia Campos. Grande sertão: veredas: a crítica revisitada. Letras de Hoje, Porto Alegre, v. 47, n. 2, abr./jun. 2012, pp. 136-145. Disponível em:
STARLING, Heloisa. Lembranças do Brasil: teoria, política, história e ficção em Grande sertão: veredas. Rio de Janeiro: Revan, 1999.
TEIXEIRA, Éverton Luís. “La claridad es un deber”: Antonio Candido e o superregionalismo de Guimarães Rosa. Todas as Musas, v. 10, n. 1, jul.-dez. 2018, pp. 31-38. Disponível em: https://www.todasasmusas.com.br/19Everton_Luis.pdf. Acesso em: 11 fev. 2026.
TEIXEIRA, Faustino. Grande sertão: veredas, uma epopeia metafísica. IHU Online - Revista do Instituto Humanitas Unisinos, v. 538, 5 ago. 2019. Disponível em:https://www.ihuonline.unisinos.br/artigo/7604-grande-sertao-veredas-uma-epopeia-metafisica. Acesso em: 02 mar. 2026.
UTÉZA, Francis. JGR: metafísica do Grande sertão. São Paulo: EDUSP, 1994.
VIGGIANO, Alan. Itinerário de Riobaldo Tatarana. Rio de Janeiro: José Olympio; MEC, 1978.

Nenhum comentário:
Postar um comentário