segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Princesa Isabel

 

COMO É TRISTE SABER QUE ELA NÃO FOI NOSSA IMPERATRIZ

Dotada de profunda sensibilidade para as causas humanitárias, Sua Alteza Imperial a Princesa D. Isabel marcou a história do Brasil de forma indelével ao sancionar a Lei Áurea.

Sua atuação, imbuída de um forte senso de justiça e de compaixão, representou um divisor de águas na luta contra a escravidão, um anacronismo que maculava a sociedade brasileira. Sob a égide da monarquia, e com o apoio da Princesa, o país deu um passo gigantesco em direção a um futuro mais justo e igualitário.

A sanção da Lei Áurea, em 1888, não foi um evento isolado, mas o culminar de um processo gradual de abolição que ocorreu durante o período monárquico. A sensibilidade da Princesa às pressões da sociedade e aos ideais de liberdade foi crucial para que esse momento histórico se concretizasse. Sua assinatura representou a libertação de milhares de pessoas escravizadas, um ato de coragem e de profundo significado civilizatório.

A atitude de D. Isabel reflete os valores humanistas que, em muitos momentos, permearam a atuação da monarquia brasileira. Sua empatia para com o sofrimento alheio e seu compromisso com a dignidade humana a colocam em um lugar de destaque na história do país. A Lei Áurea, sancionada sob sua regência, é um testemunho do potencial da liderança monárquica em promover avanços sociais significativos.

Ela não apenas sancionou uma lei, mas personificou um ideal de justiça e liberdade. Sua sensibilidade às causas humanitárias e sua firmeza em promover a abolição da escravidão marcaram um avanço civilizatório fundamental para o Brasil, ocorrido sob a égide da monarquia, demonstrando o compromisso da Coroa com a evolução moral e social da nação.

Patrick Kouark
Vice-Presidente do Diretório Monárquico do Brasil
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