quarta-feira, 6 de agosto de 2025

Morro da Providência


🌄 Morro da Providência: a origem da primeira favela do Brasil

📝 Origens e ocupação
O Morro da Providência, entre os bairros da Gamboa e Santo Cristo no centro do Rio de Janeiro, ganhou seu nome definitivo na década de 1920, mas torna-se conhecido como Morro da Favela a partir de 1897. Foi o primeiro assentamento espontâneo da cidade, formado por soldados veteranos da Guerra de Canudos e por ex-escravos e moradores de cortiços, sem moradia nem promessas cumpridas pelo Estado.

Esses soldados vindos da Bahia ocuparam terrenos baldios próximos à Central do Brasil e à pedreira local, construindo os primeiros casebres. A planta espinhosa “favela”, comum em Canudos, inspirou o nome dado ao lugar, que se tornou símbolo da habitação por necessidade.

🏗️ Crescimento e contexto urbano
No início do século XX, a política de “bota-abaixo” comandada pelo prefeito Pereira Passos demoliu cortiços no centro, como o famoso “Cabeça de Porco”, e empurrou milhares de pessoas para os morros vizinhos. O Morro da Providência, então com estrutura improvisada, se expandiu rapidamente com barracos de madeira, caiadas e telhados precários.

As condições de vida eram extremamente difíceis: sem água encanada, eletricidade, saneamento ou coleta de lixo, a favela sofria com doenças, deslizamentos e despejos constantes. Ainda assim, sua população criava formas de sociabilidade e convivência apesar do abandono estatal.

🎶 Cultura e legado
A Providência se firmou como roteiro cultural significativo. Nasceu ali o samba — com rodas musicais que misturavam heranças africanas e europeias, marcando o espaço como berço da identidade cultural urbana negra no Rio.

O célebre escritor Machado de Assis nasceu em 1839 em uma das casas da Providência, e o morro inspirou obras artísticas e cinematográficas como o filme Favela dos Meus Amores (1935) e composições como a música “Morro da Favela” (1916).

⚠️ Desafios acumulados
Ao longo do século XX, enfrentou diversas tentativas de remoção, especialmente em 1904 (suspensa pela Revolta da Vacina), 1948 e especialmente uma grave explosão de dinamite em 1968 que matou dezenas e deixou centenas sem moradia. Ainda assim resistiu às demolições que atingiram outras favelas do Rio.

Em 2010 foi instalada uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) e, em 2014, inaugurado um teleférico no contexto do projeto Porto Maravilha — melhorias simbólicas que contrastam com a permanência da falta de infraestrutura básica para muitos moradores.

🧱 Considerações finais
O Morro da Providência é mais que um espaço geográfico: é marca fundadora da política urbana brasileira, porta de entrada da favela no imaginário nacional e espaço simbólico de resistência cultural. Dos primeiros casebres aos batuques das rodas de samba, passando pelos cortes urbanísticos e violências estatais, ele mantém a memória viva de quem construiu seu próprio abrigo — mesmo sem ser reconhecido como cidadão com direitos.

As imagens revelam um morro que se verticaliza desordenado e carregado de densidade humana, um núcleo inicial que abriria caminho para milhares de comunidades semelhantes. Sua história ainda ecoa hoje como chamada por justiça urbana, cultura soberana e reconhecimento.
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__ Leia, comente, compartilhe literatura independente. Link dos livros na Bio e nos comentários.
__ Disponível em e-book pela Amazon, e impresso pela Editora UICLAP – links na Bio e nos comentários.
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#livro #cultura #literatura #barcervantes #riodejaneiro #carlosacoelho🌄 Morro da Providência: a origem da primeira favela do Brasil
📝 Origens e ocupação
O Morro da Providência, entre os bairros da Gamboa e Santo Cristo no centro do Rio de Janeiro, ganhou seu nome definitivo na década de 1920, mas torna-se conhecido como Morro da Favela a partir de 1897. Foi o primeiro assentamento espontâneo da cidade, formado por soldados veteranos da Guerra de Canudos e por ex-escravos e moradores de cortiços, sem moradia nem promessas cumpridas pelo Estado.

Esses soldados vindos da Bahia ocuparam terrenos baldios próximos à Central do Brasil e à pedreira local, construindo os primeiros casebres. A planta espinhosa “favela”, comum em Canudos, inspirou o nome dado ao lugar, que se tornou símbolo da habitação por necessidade.

🏗️ Crescimento e contexto urbano
No início do século XX, a política de “bota-abaixo” comandada pelo prefeito Pereira Passos demoliu cortiços no centro, como o famoso “Cabeça de Porco”, e empurrou milhares de pessoas para os morros vizinhos. O Morro da Providência, então com estrutura improvisada, se expandiu rapidamente com barracos de madeira, caiadas e telhados precários.

As condições de vida eram extremamente difíceis: sem água encanada, eletricidade, saneamento ou coleta de lixo, a favela sofria com doenças, deslizamentos e despejos constantes. Ainda assim, sua população criava formas de sociabilidade e convivência apesar do abandono estatal.

🎶 Cultura e legado
A Providência se firmou como roteiro cultural significativo. Nasceu ali o samba — com rodas musicais que misturavam heranças africanas e europeias, marcando o espaço como berço da identidade cultural urbana negra no Rio.

O célebre escritor Machado de Assis nasceu em 1839 em uma das casas da Providência, e o morro inspirou obras artísticas e cinematográficas como o filme Favela dos Meus Amores (1935) e composições como a música “Morro da Favela” (1916).

⚠️ Desafios acumulados
Ao longo do século XX, enfrentou diversas tentativas de remoção, especialmente em 1904 (suspensa pela Revolta da Vacina), 1948 e especialmente uma grave explosão de dinamite em 1968 que matou dezenas e deixou centenas sem moradia. Ainda assim resistiu às demolições que atingiram outras favelas do Rio.

Em 2010 foi instalada uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) e, em 2014, inaugurado um teleférico no contexto do projeto Porto Maravilha — melhorias simbólicas que contrastam com a permanência da falta de infraestrutura básica para muitos moradores.

🧱 Considerações finais
O Morro da Providência é mais que um espaço geográfico: é marca fundadora da política urbana brasileira, porta de entrada da favela no imaginário nacional e espaço simbólico de resistência cultural. Dos primeiros casebres aos batuques das rodas de samba, passando pelos cortes urbanísticos e violências estatais, ele mantém a memória viva de quem construiu seu próprio abrigo — mesmo sem ser reconhecido como cidadão com direitos.

As imagens revelam um morro que se verticaliza desordenado e carregado de densidade humana, um núcleo inicial que abriria caminho para milhares de comunidades semelhantes. Sua história ainda ecoa hoje como chamada por justiça urbana, cultura soberana e reconhecimento.
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Veja no Face:







segunda-feira, 28 de julho de 2025

Proclamações da República na Europa e no Brasil

 A principal diferença entre as revoluções republicanas na Europa (como as de 1848) e a Proclamação da República no Brasil (1889) está no modo como aconteceram e na participação popular.


Diferença central:

Revoluções republicanas europeiasProclamação da República no Brasil
Movimentos populares e sociaisGolpe militar, sem participação popular
População foi às ruas, lutou por direitos civis, voto, reformas sociaisO povo não participou nem foi consultado
Pressão vinda de trabalhadores, burgueses, estudantes, intelectuaisA iniciativa partiu de militares e elite republicana insatisfeita com o imperador
Muitas vezes sangrentas e com barricadasAconteceu de forma pacífica e rápida, sem resistência

🧭 Explicando melhor:

🇪🇺 Na Europa (1848):

  • Revoluções como a da França, Alemanha, Itália e Áustria tiveram forte mobilização popular.

  • Exigiam sufrágio universal, fim dos privilégios, constituições democráticas e governos republicanos.

  • Eram parte de um movimento social de massa, com barricadas, conflitos armados e participação popular direta.

🇧🇷 No Brasil (1889):

  • A Proclamação da República foi feita por um grupo de oficiais militares liderado por Marechal Deodoro da Fonseca.

  • A população soube pelos jornais — não houve guerra, protestos ou plebiscito.

  • Foi mais uma mudança de regime do que uma revolução social.


📝 Conclusão:

A proclamação da república na Europa foi resultado de lutas populares e sociais, enquanto no Brasil foi um ato político-militar sem engajamento popular direto. Ou seja, na Europa houve revolução popular; no Brasil, houve golpe de Estado com caráter elitista.

Se quiser, posso montar um infográfico comparativo com essas diferenças. Deseja isso?

Relação entre a Primavera dos Povos e a Proclamação da República no Brasil

 A relação entre as Revoluções Europeias de 1848 e a Proclamação da República no Brasil (1889) não é direta e imediata, mas existe uma ligação indireta e ideológica importante. Aqui está um resumo das conexões principais:


🔗 1. Difusão de Ideias Liberais e Republicanas

As Revoluções de 1848 espalharam pela Europa ideias como:

  • Fim da monarquia absoluta

  • Liberdades civis

  • Sufrágio e participação política

  • República como modelo de governo

➡ Essas ideias influenciaram intelectuais e militares brasileiros ao longo do século XIX, especialmente durante o Segundo Reinado.


📚 2. Influência sobre a elite intelectual e militar brasileira

  • Militares formados em academias inspiradas pelo positivismo e liberalismo europeu (como Benjamin Constant) foram decisivos na Proclamação da República.

  • O positivismo de Auguste Comte, que também surgiu nesse contexto europeu pós-1848, teve forte influência no Brasil:

    • A famosa frase "Ordem e Progresso" da bandeira brasileira vem do lema positivista.


🇧🇷 3. Crise do modelo monárquico no Brasil e inspiração externa

  • No final do Império, havia insatisfação com o centralismo monárquico, a abolição da escravidão sem indenização aos fazendeiros e o distanciamento da Igreja.

  • A República era vista como um modelo moderno e progressista, tal como proposto nas revoluções europeias.

➡ O exemplo das revoluções republicanas na Europa (como na França em 1848, que instaurou a Segunda República) reforçou a ideia de que a monarquia era um sistema ultrapassado.


🧭 4. Resumo da Relação

ElementoRevoluções de 1848Proclamação da República no Brasil
IdeiasLiberdade, república, fim da monarquiaAplicação dessas ideias no Brasil
InfluênciaIdeológica, política e filosóficaIntelectuais e militares republicanos
ModeloRepública como alternativa à monarquiaRepública implantada em 1889

✅ Conclusão:

As Revoluções de 1848 não causaram diretamente a Proclamação da República no Brasil, mas criaram um ambiente ideológico internacional que valorizava a república, os direitos civis e a modernização política. Esses ideais foram assimilados por setores da elite brasileira, especialmente no exército, e influenciaram o movimento que levou ao fim da monarquia em 1889.

Primavera dos Povos e a Arte

 As Revoluções de 1848 na Europa tiveram forte impacto nas artes, pois esse período de efervescência política, social e econômica também provocou mudanças culturais profundas. A seguir, explico essa relação em três níveis: contexto, movimentos artísticos e transformações nas temáticas da arte.


🎯 1. Contexto: O espírito de 1848 e sua influência cultural

  • As Revoluções de 1848 (conhecidas como Primavera dos Povos) expressaram o desejo de:

    • Maior liberdade política

    • Justiça social para trabalhadores e camponeses

    • Unificação nacional (como na Alemanha e Itália)

➡️ Essas demandas inspiraram os artistas a questionar o status quo, a representar o povo, a criticar desigualdades e a buscar novas formas de expressão que rompessem com a arte tradicional e elitista.


🖼️ 2. Desdobramentos nas Artes Visuais

🔸 Realismo (década de 1850 em diante)

  • Surge como reação contra o romantismo idealizado e os temas mitológicos da arte acadêmica.

  • Inspirado pelas revoluções, o realismo passou a representar:

    • Trabalhadores, camponeses, operários

    • Condições sociais reais, muitas vezes duras e injustas

    • Cenas do cotidiano, sem idealização

Artistas importantes:

  • Gustave Courbet (França) — obras como Os Quebradores de Pedra (1849) mostram a dura realidade dos trabalhadores.

  • Jean-François Millet — retratou camponeses com dignidade e profundidade social.

🔸 Caricaturas e arte política

  • Charges e litografias críticas se tornaram populares (ex: Honoré Daumier).

  • A imprensa satírica cresceu, representando a luta política com humor e denúncia.


🎭 3. Teatro e Literatura: denúncia e engajamento

As revoluções de 1848 também alimentaram:

📚 Literatura social e política

  • Escritores passaram a denunciar injustiças sociais, refletindo os ideais de liberdade e igualdade.

  • Victor Hugo (França) — Os Miseráveis (1862) é uma resposta direta às questões sociais e morais levantadas no pós-1848.

  • Charles Dickens (Inglaterra) — com obras como Tempos Difíceis (1854), mostrou as contradições da Revolução Industrial.

🎭 Teatro engajado

  • O teatro deixou de ser só entretenimento para se tornar instrumento de crítica social, dando voz ao povo e aos marginalizados.

  • Obras passaram a ter protagonistas não aristocráticos, com dramas da vida real.


🎼 4. Música e Nacionalismo

  • Compositores como Verdi (Itália) e Wagner (Alemanha) integraram o espírito das revoluções em suas obras.

    • Verdi foi associado ao movimento pela unificação italiana.

    • Wagner usou mitologia germânica para exaltar a identidade nacional alemã.


Resumo:

Área da ArteMudança após 1848Exemplo
PinturaRealismo: crítica social e cenas do povoCourbet, Millet
LiteraturaRomances sociais, denúncia de injustiçasHugo, Dickens
TeatroProtagonismo de classes popularesPeças com dramas sociais
MúsicaExaltação nacional e engajamento políticoVerdi (Itália), Wagner (Alemanha)
Imprensa gráficaCaricaturas políticas e crítica socialDaumier (França)

Pergunte ao ChatGPT

 

qual a relação entre a queda da bastilha e as revoluções de 1848 pela europa

O ChatGPT disse:

A queda da Bastilha, em 14 de julho de 1789, e as Revoluções de 1848 na Europa estão separadas por quase 60 anos, mas estão intimamente relacionadas por ideias, inspiração e contexto histórico. A seguir, explico a relação entre esses dois eventos:


📌 1. A Queda da Bastilha como Símbolo Revolucionário

  • O que foi?: A Bastilha era uma prisão política em Paris, símbolo do absolutismo do Antigo Regime.
  • Significado: Sua tomada marcou o início da Revolução Francesa, com ideais de liberdade, igualdade e fraternidade.
  • Consequência duradoura: Estimulou movimentos liberais e nacionalistas em toda a Europa, espalhando o desejo de reformas políticas, constituições e fim dos privilégios aristocráticos.

📌 2. A Inspiração Ideológica da Revolução Francesa (1789)

As ideias iluministas e revolucionárias francesas (direitos humanos, soberania popular, fim da monarquia absoluta) criaram uma base ideológica que alimentou diversas outras revoluções no século XIX.

➡️ As Revoluções de 1848, também chamadas de "Primavera dos Povos", foram inspiradas por:

  • Liberalismo político (por direitos civis e constituições)
  • Nacionalismo (unificação ou independência de nações, como Alemanha e Itália)
  • Socialismo emergente (por melhores condições de vida dos trabalhadores)

📌 3. A Queda da Bastilha como Referência nos Levantes de 1848

  • Durante as Revoluções de 1848, muitos líderes e revolucionários citavam a Revolução Francesa como exemplo.
  • Em Paris, novamente o povo foi às ruas, como em 1789, exigindo reformas — desta vez, derrubando a monarquia de Julho e instaurando a Segunda República Francesa.
  • O evento de 1789 era visto como um modelo de ação popular contra governos opressores.

📌 4. Continuidade das Demandas Populares

Ano

Local

Exigências

1789

França

Fim do absolutismo, igualdade civil

1848

Diversos países europeus

Sufrágio, constituições, direitos civis e sociais

Ou seja, a luta contra regimes autoritários e pela liberdade política e social une os dois momentos históricos.


Em resumo

A queda da Bastilha foi um marco simbólico e prático que inspirou a luta por liberdade e justiça na Europa. Já as Revoluções de 1848 foram um desdobramento posterior, tentando aplicar e expandir esses ideais, agora frente a novos desafios como o avanço do capitalismo, as lutas sociais e o nacionalismo.

Se quiser, posso fazer um quadro comparativo ou mapa mental com essas ideias

 

segunda-feira, 21 de julho de 2025

Copa de 1930

 COPA DO MUNDO DE 1930- UM 9X0 DE MUDOU TUDO.

Para se montar o elenco que participou da primeira Cooa do Mundo foi uma verdadeira dor de cabeça. A briga entre Cartolas de Rio e São Paulo prejudicou de mais o time, que foi formado apenas por jogadores do Rio de Janeiro , deixando de fora craques que jogavam em São Paulo. 

Os paulistas ficaram revoltados porque a CBD não colocou na comissão tecnica nenhum paulista , o que gerou um mal estar tão grande , que jogadores paulistas foram probidos de ir servir a seleção, pois a federação local não iria liberar. A ausencia mais sentida foi o de Arthur Friedereich .

E como montar a seleção? O técnico Pindaro antes de chegar a lista final , fez diversos teste e um deles ficou eu apresento a vocês hoje.

Em 1930, Píndaro montou duas equipes para uma partida de futebol, um de camisa azul e outro de camisa branca. Os de camisas azuis era os favoritos a ir para a Copa, era o time que Píndaro tinha montado que achava o melhor para representar a seleção e o time de Branco sera uma equipe secundária , mas que seria observada para ver se conseguiria extrair algo de bom .

Vamos a formação :

TIME DE AZUL: AMADO, FAUSTO,BENÉ,IVAN,OSVALDO,NILO,RUSSO,ARAKEN,MODERADO,PENNA, E ZÉ LUIZ .

TIME DE BRANCO:POLY,HERMÓGENES,OSCARINO ,VELOSO,LEITE,DOCA,PREGO,PAMPLONA,ITALIA,BRILHANTE E SANT'ANNA.

O time de azul favorito , os melhores em campo, tomaram um sonoro 9x0 do time branco. Eu imagino a cara do Píndaro quando viu e reapidanete viu que o time que ele escolheu não teria condições de representar o Brasil. do time de branco , foram convocados para  a copa:

HERMÓGENES-AMÉRICA
OSCARINO- YOIRANGA NITEROI
DOCA- SÃO CRISTOVÃO
POLY-AMERICANO
VELOSO- FLUMINENSE
ITALIA -VASCO

ANO 1930
PERIÓDICO O MALHO EDIÇÃO 1449
HISTORIADOR E ACADEMICO EM JORNALISMO PAULO
BIBLIOTECA NACIONAL

Veja no Face:

Herói de 113 anos

 Cabo Manoel de Souza (gaúcho de São Gabriel), numa foto tirada em 1935 (quando tinha 113 anos de idade), ainda servindo voluntariamente ao país e recusando-se a voltar para casa e aposentar-se.

Disseram-lhe constantemente para ele ir descansar, mas o militar respondia que teria tempo para isso mais tarde.

É considerado o soldado mais velho que permaneceu em atividade no Exército Brasileiro. Lutou na Revolução Farroupilha entre 1835 e 1845, bem como na Guerra do Paraguai entre 1865 e 1870.

Exemplo de brasileiro.

Veja no Face: